Sacolinhas de plástico nunca mais!

Diariamente incontáveis sacolinhas de plástico são usadas, produzidas e transportadas para terem uma vida útil de meia a uma hora, o tempo de deslocamento entre o lugar onde conseguimos o que buscamos e nosso lar.

O grande porém é que essa sacola de plástico irá permanescer atormentando todas criaturas e o planeta inteiro por muito além do fim de nossa existência e nós deveríamos nos importar com isso pois fazer mal aos outros é o mesmo que fazermos mal a nós mesmos.

Pensando nisso eu procurei em casa por frascos para ir ao encontro das maravilhosas Amêndoas, Passas de Uva, Ameixas Secas, Nozes Pecã e Chilena, Castanhas do Pará e Tâmaras lá na Banca Macrobiótica Sauer do Mercado Público.

 

 

 

 

Segui meu caminho faceiro como sempre levando os frascos cheios de manjares dentro de uma mochila que a gente faz tão somente dois panos quadrados unidos por 3 nós triplo-cegos. Demoram 52 segundos para fazer a mochila, e fica supimpa ! ! !

Fui para a sala de ensaios da OSPA de onde eu fugi do finalzinho da reunião que teve hoje para ir ao mercado, comprar as iguarias e não chegar em casa muito depois do Sol ter estado em zênite.

Voltei lá para pegar meu querido meio de transporte, que só faz tanto barulho quanto um ratinho e assim como todos que circulam de bicicleta seguimos plantando sementinhas na mente das pessoas de que um mundo diferente é possível e mal sabem que este diferente é gostosamente, deliciosamente melhor.

Um mundo mais silencioso e faceiro em que as relações
são de amor e compaixão.

 

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